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  • Foto do escritorLetícia Maciel

Hábito de alimentar o animal na mesa

Conforme nossos pets se tornam cada vez mais próximos de nós, mais eles fazem parte de nossas vidas, famílias e casas, sendo comum ter espaços da casa dedicados apenas a eles ou mesmo permitir que eles durmam junto a nós. A partir dessa aproximação, tornou-se comum, também, que ofereçamos um pouco de nossa comida durante nossas refeições, até porque quem é capaz de ignorar as carinhas que eles fazem quando querem alguma coisa?


Contudo, é muito importante se atentar ao que você oferece ao seu animal! Como já foi mencionado no post anterior chamado “Por que alguns alimentos que comemos podem ser tóxicos para os animais?”, existem alimentos que comemos e que não causam nenhum tipo de problema ao nosso organismo mas que podem ser capazes de gerar reações nos nossos animais, sendo, por isso, considerados tóxicos. Assim, mesmo que eles implorem com os olhos por um pouco de nossa comida, é extremamente importante ter conhecimento de que existem alimentos que não devem ser consumidos pelos pets, mesmo que em pequena quantidade.


Isso, de forma geral, não se aplica a todos os alimentos. Hoje em dia, existem inúmeras receitas de alimentos caseiros - isto é, que são produzidos em casa a partir de alimentos não industrializados - que podem ser utilizadas e oferecidas aos animais, desde que sejam produzidas com a quantidade de nutrientes adequada, sem conter nenhum alimento de risco e formulada por um zootecnista nutricionista ou veterinário nutrólogo. Assim, existem alimentos que podem ser oferecidos, ainda que com cuidado e atenção, como é o caso da banana, cenoura, chuchu, brócolis e maçã. Contudo, existem, também, aqueles que precisamos ter ainda mais atenção e manter distantes de nossos animais, com o objetivo de evitar problemas futuros. Como exemplo, podemos citar o chocolate; alimentos temperados de qualquer tipo com cebola e alho; e uva.


Além do risco de intoxicações, outro problema relacionado com o hábito de alimentar o animal na mesa é conhecido como reforço positivo. Nele, criamos uma espécie de sistema de recompensa em que o animal associa um determinado comportamento com o fato de ganhar um alimento apetitoso. Por exemplo, durante o adestramento de animais, é comum utilizar-se de petiscos como uma forma de recompensar o animal quando ele realiza algum movimento ou comportamento desejado. De forma semelhante, quando o animal nos encara com a famosa carinha de “cachorro que caiu da mudança” ou quando fica sobre as pernas para pedir comida e nós entregamos um pouco de alimento a eles, criamos um reforço positivo. Assim, a tendência é que os animais voltem a repetir esses comportamentos, esperando ganhar alguma comida gostosa em troca, como recompensa.



Não deixe de checar nossa revista de Alimentos Tóxicos para conhecer um pouco melhor os alimentos considerados tóxicos para seus animais. Caso venha a ter alguma dúvida, nos colocamos à disposição para ajudar!


Escrito por Letícia Maciel Guimarães.

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